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	<title>O Lead de Édipo: Jornalismo e Mito</title>
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		<title>O mito de Édipo</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 22:51:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lairtes Chaves</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Édipo]]></category>
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		<description><![CDATA[Narrativa breve do mito de Édipo<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oleaddeedipo.wordpress.com&amp;blog=10833542&amp;post=16&amp;subd=oleaddeedipo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://oleaddeedipo.files.wordpress.com/2009/12/gustave-moreau.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-17" title="gustave-moreau" src="http://oleaddeedipo.files.wordpress.com/2009/12/gustave-moreau.jpg?w=230&#038;h=320" alt="" width="230" height="320" /></a>É</strong>dipo (do grego Oeidipous - &#8221;pés inchados&#8221;) nasceu em Tebas e era descendente de seu mítico fundador, Cadmos. Seu avô foi Labdacos (o “coxo”) e seu pai foi Laio (o “canhoto”).</p>
<p>Laio casou-se com Jocasta e teriam sido felizes como reis de Tebas se não fosse um problema: não conseguiam ter filhos. Por essa razão, muito religiosos, foram consultar o Oráculo de Delfos.</p>
<p>No templo, a pitonisa délfica revelou que teriam um filho dentro de pouco tempo, mas que ele estava destinado a matar o pai e casar-se com a mãe.</p>
<p>Eles se alegraram pelo filho. Quando ele nasceu, Laio lembrou-se do oráculo e mandou os servos matarem o bebê.</p>
<p>Levaram-no para uma a floresta, furaram-lhe os pés e o amarraram de ponta cabeça em uma árvore para ser devorado pelos animais selvagens.</p>
<p>Passaram por ali uns pastores de Corinto e o levaram. Deram-no aos reis de Corinto, que também sofriam por não ter um filho. O rei e a rainha adotaram-no como se fosse seu, e lhe deram o nome de Édipo. Quando cresceu, Édipo começou a sentir-se diferente dos seus concidadãos e foi consultar o Oráculo de Delfos. Aí soube que estava destinado a matar o próprio pai e a casar-se com a mãe. Horrorizado, decidiu não voltar a Corinto, Pegou o carro e foi para bem longe.</p>
<p>            Em uma estrada estreita, nas montanhas, encontrou um carro maior na direção contrária. Tentou desviar-se mas os carros acabaram chocando-se de raspão. O cocheiro do outro carro xingou Édipo que, revoltado, o matou. Então o patrão do cocheiro avançou sobre Édipo, que o matou também. E continuou a viagem.</p>
<p>            Chegou a Tebas e encontrou a cidade consternada por dois problemas: o rei tinha morrido e um monstro, a Esfinge, estabelecera-se na porta da cidade propondo um enigma. Como ninguém sabia responder, a Esfinge ia matando um por um. Jocasta tinha oferecido sua mão a quem livrasse a cidade desse monstro.</p>
<p>Édipo foi enfrentar a Esfinge. Era um ser estranho, com corpo de leão, patas de boi, asas de águia e rosto humano. Seu enigma: O que é que tem quatro pés de manhã, dois ao meio dia e três à tarde?</p>
<p>Édipo respondeu que era o homem, porque engatinha quando criança, passa a vida andando sobre dois pés mas,velho, tem que recorrer a uma bengala. A Esfinge matou-se e Édipo, casando-se com Jocasta, tornou-se o rei de Tebas.</p>
<p>Tiveram quatro filhos. Os gêmeos Eteócles e Poliníces, Antígona e Ismênia. Foram felizes durante muitos anos. Mas, depois, uma peste assolou a cidade.</p>
<p>Édipo quis ir consultar Delfos, mas foi aconselhado a chamar Tirésias, um velhinho cego e sábio que vivia em Tebas. Este revelou que a causa era o assassino de Laio, que continuava na cidade. Édipo prometeu prendê-lo e matá-lo, mas o sábio revelou que ele mesmo era o assassino, porque Laio era o dono do carro que ele enfrentara. Jocasta, envergonhada, suicidou-se. Édipo furou os próprios olhos e renunciou ao trono. Cego, precisou ser guiado por Antígona para ir a Delfos. Aí soube que devia ir a um bosque sagrado, em Colonos, perto de Atenas. Ajudado por Teseu, rei de Atenas, chegou lá. Encontrou um lago, onde tomou banho, e uma caverna, onde penetrou depois de mudar de roupa. Entrou na eternidade.</p>
<p style="text-align:center;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://oleaddeedipo.wordpress.com/2009/12/06/o-mito-de-edipo/"><img src="http://img.youtube.com/vi/sQzYrNoKW30/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p> </p>
<p>No próximo post, faço os comentários a nível de análise.</p>
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		<title>Comunicação e Mito: Construindo a realidade pelas narrativas do imaginário</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 18:41:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lairtes Chaves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mitos não são mentiras. Como diz Everardo Rocha (1991), o mito é uma narrativa.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oleaddeedipo.wordpress.com&amp;blog=10833542&amp;post=7&amp;subd=oleaddeedipo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://oleaddeedipo.files.wordpress.com/2009/12/esfinge10f3.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9" title="esfinge10f" src="http://oleaddeedipo.files.wordpress.com/2009/12/esfinge10f3.jpg?w=511&#038;h=373" alt="" width="511" height="373" /></a><strong>N</strong>a sociedade da informação, diversas linhas de pesquisa vem buscado entender as relações entre o fatídico e a narrativa na construção da realidade. Se o ser humano evolui para o pensamento científico, como muitos acreditam, por que o discurso mítico ainda congrega os maiores instrumentos de persuasão e de entendimento de mundo?</p>
<p>O jornalista, e o comunicólogo de modo geral, por preocupar-se com a comunicação em todos os seus momentos e conteúdo; tem gerado formas de produzir mensagens que alcancem com eficácia suas audiências.</p>
<p>O jornalista busca narrar os fatos para a população e assim, permitir às audiências ampliar sua visão e compreensão de mundo e logo, sua construção da realidade. Se os mitos e o imaginário popular interfere nesta construção, seja na interpretação ou aceite da mensagem, cabe ao jornalista buscar na narrativa mítica instrumentos de ação social e recursos de estilo que garantam intercâmbio folkcomunicativo e melhor compreensão dos fatos, ainda que para isso, seja necessário compreender os mitos.</p>
<p>Meu objetivo, é compartilhar neste blog, minhas dúvidas, inspirações, fontes e resultados de pesquisas pessoais nesse campo tão vasto quanto os mitos  e a comunicação. Desde já informo-lhes, que apesar de estudar todos os mitos que fomentam o imaginário popular e logo, interferem na compreensão da realidade; tenho um mito &#8220;máximo&#8221; que, ao menos quando falamos de jornalismo, tem tudo a ver com a preocupação do jornalista em informar e produzir consciencia de realidade: O mito de Édipo e, seu clímax, quando este enfrenta a Esfinge na cidade de Tebas.</p>
<p>O jornalista hoje, é o Édipo na cidade de Tebas, frente a frente com o mundo, os conglomerados midiáticos, sua formação, as expectativas e o entendimento de suas audiências; sua Esfinge. A audiência, o leitor diz como a Esfinge misteriosa ao jornalista: &#8220;Decifra-me ou devoro-te&#8221;. A sociedade espera conhecer a verdade, mas a população tem interpretações sempre distintas do mesmo fato. Como produzir mensagens que utilizem-se dos processos interacionistas do imaginário popular na narrativa jornalística?</p>
<p>Essas, entre outras perguntas direcionam minha pesquisa. Mitos não são mentiras. Como diz Everardo Rocha (1991), o mito é uma narrativa.</p>
<p><strong>Referências bibliográficas</strong></p>
<p> BARTHES, Roland. <em>Mitologias</em>. Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, 1993.</p>
<p> LEEMING, David.<em> Mythology</em>. New York: Newsweek Books, 1976.</p>
<p> MCLUHAN, Marshall. <em>Os meios de comunicação como extensões do homem</em> (undestanding media). 14ªed. São Paulo: Cultrix, 2005.</p>
<p> MONINI, Italiano. <em>Mitologia Greco-Judaica e Racionalismo Moderno</em>: um ensaio.Goiânia: Ed. UCG, 1995.</p>
<p> MORIN, Edgard. <em>O Espírito dos Tempos</em>: Neurose. São Paulo, 1990.</p>
<p> ROCHA, Everardo. <em>O que é mito</em>. 5ªed. São Paulo: Brasiliense, 1991.</p>
<p> ROTHBERG, Danilo. <em>Mito e notícia no jornalismo sobre ciência</em>.</p>
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